Douronet
18 anos a divulgar o Douro
 
 
  História e histórias

História e histórias

das suas gentes, costumes e tradições



Marialva

Marialva é uma das aldeias histórias do nosso país e situa-se a poucos minutos de Mêda.
Esta aldeia, uma das relíquias vivas da nossa ancestralidade, transporta-nos às raízes mais profundas da nossa história. Foi sucessivamente destruída pelas invasões dos Bárbaros, dos Árabes e dos Cristãos até ao século XI; em 1063 o castelo é tomado aos mouros e em 1179 o 1º foral é-lhe concedido pelo rei D. Afonso Henriques. No ano de 1200 o castelo é mandado reconstruir e restaurar por D. Sancho I tendo sido posteriormente ampliado por ordem do rei D. Dinis.


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"Douro, poema geológico"

Foi assim como o poeta Miguel Torga definiu esta região, situada no norte de Portugal, onde é fácil de estabelecer laços com a História e com as suas gentes. No campo, no rio ou na serra, as gentes do Douro partilham com os visitantes a calorosa convivialidade duriense e por vezes, dos mais aprazíveis e tradicionais segredos da cozinha regional e doçaria conventual. Nas casas das Quintas do Douro (turismo em Espaço Rural), a hospitalidade dos anfitriões não lhes fica atrás; o afecto e a cordialidade com que recebem os visitantes são amiúde testemunhados pelo rubro cintilar dos cálices contendo o mais generoso dos néctares - o Vinho do Porto.


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Carnaval de Lazarim

O Carnaval de Lazarim, vila do concelho de Lamego, é sem dúvida dos mais genuínos carnavais portugueses, mantendo bem vivas tradições ancestrais que perduraram ao longo dos tempos. Máscaras carrancudas de madeira, esculpidas por artesãos da aldeia, são nesta época festiva utilizadas por jovens de ambos os sexos - os caretos e as senhorinhas.
Aqui o ritmo das escolas de samba não conseguiu ainda penetrar, o que não deixa de tirar atractivos a este carnaval autóctone, senão vejamos, mais abaixo, o conteúdo dos testamentos lidos no largo da vila.
A tradição perde-se no tempo.

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Parque Arqueológico do Vale do Côa

Há cerca de vinte mil anos, o "homem do Paleolítico" percorreu os vales dos rios Côa e Douro, pescando e caçando para sobreviver. Utilizando sílex, gravou as cenas de caça e de pesca em centenas de painéis existentes ao longo das duras lajes de xisto que compõem as margens do rio Côa, legando à humanidade este majestoso património, único no seu tipo. Esta é até à presente data, a primeira manifestação artística no nosso País.
Distribuindo-se ao longo de uma dezena de km, as gravuras rupestres representam essencialmente figuras animalistas; isolados ou em grupo os animais mais representados são os cavalos e os bovídeos (auroque ou boi selvagem, em linguagem corrente) que por vezes coexistem com caprídeos e cervídeos. As dimensões médias das gravuras ronda os 50 cm, contudo existem com 1.80M.

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O Douro vinhateiro

O solo do Douro é pobre, o clima é duro e terrível, com invernos rigorosos e verões muito quentes onde os termómetros facilmente atingem os 40 graus, em algumas zonas do vale.
A necessidade, desde tempos ancestrais obrigou o homem duriense a inventar a sua própria sobrevivência; com a força dos braços moldou, ao longo dos tempos, a secular paisagem e o solo agreste e pobre, transformando-o nos jardins suspensos que hoje produzem dos mais famosos néctares mundiais.

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O Vale do Douro

Obra-prima da natureza e do esforço humano, é sobretudo rio, vinha, paisagem grandiosa e história milenar. Vagas sucessivas de povos, de culturas e crenças diversas, povoaram esta região de clima quente e seco, encravada aos pés das Serras do Marão e Montemuro.

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